Brasil: Um país em transição, educação em perigo?! Saiba tudo!!!

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O dia 2 de dezembro de 2015 marca o início de uma telenovela brasileira: lutas pelo poder, controvérsias, lágrimas e raiva. Mas essa telenovela não é ficção, mas tem consequências reais para a população de um dos maiores países do mundo.

Um país caracterizado pela continuação de sérios problemas sociais, mas graças às políticas sociais, conseguiu em uma década desaparecer do Mapa da Fome Mundial e tirar mais de 30 milhões de pessoas da pobreza extrema.

Um país que não se libertou até 1985 de uma ditadura militar e cuja democracia tem apenas 30 anos de idade. As mudanças políticas que o Brasil está passando mudará radicalmente seu panorama educacional – mas não sem resistência.

O começo da telenovela

Em 2 de dezembro de 2015, o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, acatou uma ação contra a presidente Dilma Rousseff. As advogadas Janaína Paschoal, Miguel Reale Júnior e Hélio Bicudo a acusaram há alguns meses de violar a lei no orçamento do Estado e pediram que ela fosse impeached.

Protesto

A presidente Dilma Rousseff permitiu que o Tesouro contratasse mais de CHF 3 para regularizar os déficits orçamentários do governo sem obter a aprovação do Congresso Nacional.

Sobre o mesmo tempo que a acusação captura brasileira e da mídia internacional em denunciar por enormes protestos em camisas de futebol verde-amarelo da “Seleção”: a população brasileira denunciar a corrupção e exigir que o Presidente seria interrompido.

No topo do movimento está o MBL, o Movimento Brasil Livre, um grupo de mais ou menos jovens que faz campanha por menos estado e mais competição, e depois por sua aliança. familiarizar-se com Eduardo Cunha.

Uma imagem distorcida da realidade

Já naquela época, vozes críticas que apontam aumento que mídia wiedergäben uma imagem distorcida da situação: protestos contra a remoção de seu Presidente democraticamente eleito não teria mostrado na mídia, mesmo que fossem pelo menos tão grande como aqueles para ele.

Publicitários de renome, como o premiado Glenn Greenwald, referem-se aos interesses da grande mídia brasileira e se referem a eles como “agências de relações públicas para os partidos da oposição”.

Outros apontam que a mídia brasileira é catastrófica no Índice de Liberdade de Imprensae condenar que sua reportagem é tendenciosa.

Imagens dos protestos mostram que alguns manifestantes estão fazendo campanha por intervenção militar, e pesquisas sugerem que a maioria dos participantes é branca e que sua renda média é quase sete vezes a média salarial dos brasileiros. A imagem do povo oprimido se levantando contra um presidente corrupto desaparece.

A educação sob ataque

A educação pública do Brasil sofre de condições precárias; Falta de capacidade, baixos salários para professores e recursos financeiros insuficientes para aquisição de material são apenas alguns dos problemas que as escolas enfrentam.

Educação no Brasil

Com a adoção da PEC 241/55, esses problemas não serão resolvidos mesmo em 20 anos. Não é de admirar, porque o novo governo quer confiar em instituições privadas – também na educação inclusive confira no site siteprouni.mec.gov.br.

O sistema escolar do Brasil está passando por mudanças que muitos consideram assustadoras: o novo Ministro da Educação está em diálogo com as forças conservadoras exigindo que a educação sexual e as discussões de gênero sejam banidas da sala de aula; Assuntos escolares como sociologia, arte ou filosofia devemjá não é obrigatório e o número de aulas deve aumentar.

As escolas públicas do Brasil já estão sobrecarregadas, embora os estudantes sejam divididos pela manhã e à tarde, às vezes até à noite, já dobrando ou até dobrando a capacidade dos prédios da escola. Em outras palavras, sem gastos adicionais com a educação pública, é impossível implementar os planos que o novo governo destinou ao sistema escolar público.

Resistência à vista

A resposta a tais projetos não estava longe de terminar : mais de mil escolas e 80 universidades foram ocupadas no final do ano passado. Professores, estudantes e estudantes de todo o Brasil sinalizam que estão preocupados com a educação em seu país.

Eles se referem a Paulo Freire, Darcy Ribeiro e Anísio Teixeira – educadores que ajudaram a entender que a educação deveria ser usada para reduzir as desigualdades e fortalecer a democracia.

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